E para terminar bem o mês, escolhi flores...
Nos Países Baixos, oferecer e receber flores é prática comum. Se vamos a uma festa de aniversário, visitar um amigo ou jantar a casa dele, levamos flores. Estas foram-me oferecidas já em casa, após o meu primeiro internamento. Não recebi muitas, pois, à época, limitei as visitas, uma vez que estava muito cansada devido à complexidade da cirurgia e aos efeitos da anestesia com que fiquei ainda uns dias (eu precisava mesmo de dormir e descansar). Assim, nunca tive mais do que uma visita de cada vez e em dias intercalados e só daqueles com quem convivo mais. Ninguém estranhou (ou levou a mal) e notei que é algo perfeitamente compreendido e respeitado por aqui. Mas gostei imenso das flores que recebi, claro! Ei-las aqui:
No Hospital, pedi que não me levassem flores. Em contrapartida, recebi revistas (boa!, embora a energia para ler não fosse muita, a beleza das imagens já ajudava), blocos de notas ( que me deram imenso jeito nas conversas diárias com os médicos e as enfermeiras), uma garrafa de vinho (que abrimos semanas mais tarde para comemorar) e chás e produtos de beleza da Rituals, que só usei semanas depois, mas gostei imenso por me lembrarem que ainda podia ficar bonita, apesar do meu ar cansado e abatido e do cheiro da anestesia que me saia pelos poros.
Entretanto, também recebi cartões a desejar as melhoras, algo muito comum por cá, onde há postais para todas as situações e mais algumas. Depois, mostro.
Bom fim-de-semana!