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Saturday, 2 September 2017

Voltas por aí ao longo deste ano


Não foram muitas. E todas aqui próximo e de curta duração.


AGOSTO


ALMERE

Junto ao restaurante Gasterij Oostvaarders, na Reserva Natural de Oostvaardersplassen.






JULHO


ROTERDÃO

Junto ao porto, quando fomos ver a  exposição "Genesis" de Sebastião Salgado, ao Nederlands Fotomuseum.





AMESTERDÃO

Churchilllaan (Avenida Churchill), na Rivierenbuurt, que fica próxima 

do Café Nata Lisboa e
 da casa onde a Família de Anne Frank viveu entre 1933 e 1942 .





JUNHO


WEESP

Situada entre Amesterdão e Almere. É um dos meus locais favoritos para dar caminhadas no Verão. Este ano, só fomos uma vez, e no entanto, é aqui tão perto..

Um dos meus restaurantes favoritos, o Weesperplein, fica próximo deste canal. Gostamos muito de jantar no quintal do restaurante, pois é muito acolhedor...






MARÇO


LEIDEN

Junto ao Volkenkundemuseum, as sakuras ou cerejeiras relativas à exposição "Cool Japan".
Desta vez, o passeio foi com uma amiga.
No mês passado, fomos os dois para ver a exposição, mas as sakuras já não estavam assim, claro.
Brevemente, mais fotografias sobre Leiden.





NB: Todas as fotografias foram tiradas com telemóvel.



Bom fim-de-semana!




Tuesday, 13 September 2016

Uma porta, um aniversário e um concerto de Blues



O fim-de-semana, que começou num passeio em Weesp, após o jantar, conforme contei aqui,




terminou, muito bem, no  passado domingo, num concerto de Blues dos Budding Blues Band,  no Café op 2, em Almere. Nesse final de tarde, foi bom relembrar B. B. King, entre outros...





Pelo meio, no sábado, ainda estivemos numa festa de aniversário, cujas tradições destas bandas os meus caros amigos já conhecem...;-) A tarde estava óptima, aproveitámos bem o pátio e soprámos as velas do bolo de aniversário que estava delicioso. Nos "entretantos", muito holandês falei eu com os vizinhos da minha amiga, senhores. É que parecia que estava ligada à corrente e eles vá de puxarem por mim...Já no final da noite, a aniversariante, a cunhada e eu estendemo-nos no novo sofá que se pode transformar numa cama. Quase me deixava dormir, aninhada nas almofadas...Mas a conversa prosseguiu animada entre os seis que finalizaram a noite, comigo já meia Bela Adormecida, mas pronto...

Sunday, 11 September 2016

Weesp à noite


Num passeio a pé, em Weesp, na passada sexta-feira. Uma noite, por sinal, muito amena.








Para vos desejar uma óptima semana!

Wednesday, 17 August 2016

Ainda no Rio Vecht...

Ainda no rio Vecht...

Esqueci-me de colocar estas fotografias no post anterior. Assim sendo, fiz um novo, e juntei um poema e um concerto.

Barcos adormecidos


Patos despertos e também adormecidos



Urgentemente

É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.
é urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos
muitas espadas.

É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras

Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.

Eugénio de Andrade, in Até Amanhã, 1956


Um concerto que vi no Heineken Music Hall em Amsterdam em 2010. Podem ver as fotografias aqui.




Tuesday, 16 August 2016

Weesp em fotografias


As fotografias relativas a este meu texto sobre Weesp

O rio Vecht, no centro da cidade



A ponte que se abre no rio Vecht para deixar os barcos passar



O pôr-do-sol no rio Vecht com os moinhos ao fundo



A ponte a partir do passeio onde se situam as esplanadas



O nosso jantar no terraço do Weesperplein: os mexilhões com vegetais 



A sobremesa: panna cotta com cubinhos de manga, menta e gelado de gin tónico



Uma cidade à qual quero voltar, pois ficou muito por explorar.

Boa semana e boas férias, se for esse o caso!



Sunday, 7 August 2016

Weesp, minha doce Weesp



Entre os teus campos de garbosos cavalos, um burro (espécie que eu via agora pela primeira vez nestas terras abaixo do nível do mar), vaquinhas de semanas e algumas mais velhas, fomos indo lentamente, de carro, naquelas estradinhas estreitas, onde não é possível estacionar, a não ser nas entradas privativas das enormes villas que as ladeiam. Ali ao pé, o Naardermeer, a primeira reserva natural dos Países Baixos (1906), e que prometi, de imediato, interiormente, visitar um dia. Chegados ao centro da tua vila muito antiga, contemplámos os barcos de recreio que pareciam dormitar nessa tarde amena ao longo do rio Vecht, enquanto víamos a ponte branca dividir-se ao meio para acolher, como num abraço ao alto, outros barcos semelhantes que, naquele momento, chegavam, regressados dos passeios daquele dia luminoso que se fazia sentir. E também aí, no centro, as casas impressionavam - que depois de pousadas no nosso olhar, vislumbrávamos, através das janelas, os tectos interiores em traves de madeira dessas rooms de recepções de outros tempos, mais precisamente do século XVII, considerado o Século de Ouro holandês. Janelas que nos pareciam levar numa dança de valsa, por divisões interiores infinitas até aos seus jardins particulares, lá ao fundo, onde, os caramanchões de flores, ainda hoje, juram a pés juntos, terem testemunhado muitos amores ao longo dos últimos quatro séculos. Seguimos, então, por aquela margem do Vecht, bordada, aqui e ali, a esplanadas de flores lílases e pessoas elegantemente vestidas, de copo de vinho branco na mão, e voltámos na Slijkstraat, em direcção ao café-restaurante Weesperplein. No pequeno pátio da casa, de mesas com vasinhos de lavanda e centro decorado a árvore de oliveira, ouvíamos, de vez em quando, o carrilhão e os sinos da igreja, à medida que o tempo se sagrava num contínuo. E jantámos, com água na boca, os primeiros mexilhões do ano à la holandesa, frescos e acompanhados de vegetais. Já depois da mais deliciosa panna cotta ever, acompanhada de cubinhos de manga, menta e geladinho de gin tónico, saímos de regresso. As janelas das casas eram agora espelhos de final de tarde e mais pareciam quadros pendurados nas respectivas frontarias. Lá ao fundo, no rio Vecht, as velas dos moinhos fulgiam nos laranjas do sol que agora se punha...Uma aragem, no entanto, já se fazia sentir, e como não tínhamos trazido casacos, abrimos as portas do carro e seguimos viagem. Relaxados, e envolvidos pelo dia, que caía em cascatas de cor, suavemente.



E enquanto te deixava para trás, escutava, sorrindo: "Sometimes It Snows in April"...