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Sunday, 18 February 2018

Concerto de Estrelas no Concertgebouw


Na passada terça-feira, fui até ao Concertgebouwsituado junto à Museumpleinem Amesterdão, para escutar Leonidas Kavakos (1967), violinista grego, diversas vezes premiado internacionalmente, Yuja Wang (1987), pianista clássica chinesa, Antoine Tamestit (1979), viola-alto francês, também internacionalmente premiado, e Clemens Hagen (1966), notável violoncelista austríaco, num  emocionante concerto de estrelas, dedicado à música do compositor alemão, Brahms (1833-1897). Sala cheia e grande ovação final. Um concerto muito tocante, passo o pleonasmo.

O convite para o espectáculo partiu de uma amiga chinesa, que ganhou bilhetes de presente da lotaria, com escolha livre dos lugares. Fomos 4, eu muito constipada e com imensa tosse. Valeram-me os rebuçados que me iam dando, que me esqueci completamente de comprar e levar (o primeiro, de mentol, pela senhora da fila atrás da nossa, o segundo pela senhora da fila da frente e os seguintes por uma das amigas, japonesa, e que os tinha recebido do Império do Sol Nascente, via Correios). Mas não era só eu. Cada vez que um número terminava, ouvia-se muito gente a tossir. Uma Holanda muito constipada esta noite, pensei...

Deixo-vos com este video de 2014, de um espectáculo do Carnegie Hall, em Nova Iorque, com dois dos protagonistas do concerto desta terça-feira.  


Votos de um excelente Domingo para todos!




Monday, 21 July 2014

Hindeloopen


Dos passeios com a A., a L. e o P.

Hindeloopen, Frísia

A cidade medieval de Hindeloopen (1225) situa-se no Norte dos Países Baixos, mais precisamente, na província da Frísia. Esta cidade, outrora de forte cariz comercial, fez parte da Liga Hanseática (1368) e é conhecida, sobretudo, pelo seu típico vestuário e as suas mobílias pintadas, os quais podem ser apreciados numa visita ao Museu Hindeloopen (que aconselho) ou, nas diversas lojas, que vamos encontrando, ao longo das belas ruazinhas do centro (foi o caso, desta vez). De certa forma, a mobília de Hindeloopen faz-me lembrar as mobílias alentejanas, pois as principais cores de superfície são o vermelho, o azul, o verde e o branco e os principais motivos decorativos são as flores e as folhas (além das  ondas e das figuras femininas ).

No Museu Hindeloopen, encontramos, também, referências à história mercantil da cidade, às viagens pelo Báltico e o Mar do Norte, as quais tornaram Hindeloopen numa cidade muito próspera nos séculos XVII e XVIII. É nesta altura, que as mobílias pintadas e o vestuário típico atingem o seu apogeu.

Desta vez, só deambulámos pela cidade, apreciando a sua beleza no final da tarde e jantando junto ao porto. Não fotografei muito, só o suficiente para vos trazer aqui um cheirinho. Impunha-se apreciar, o mais possível, o estar com os amigos, saboreando cada momento.

Hindeloopen, uma cidade a não perder, e que, embora muito pequena, conta com 33 monumentos nacionais, como podem ver aqui.






A casa do capitão do porto (havenmeester).