A Árvore de Natal da Biblioteca de Almere decorada com peças de cerâmica...
e um poema na estação de Almere Centrum.
(fotografia tirada com telemóvel, enquanto comia uma sandes ao mesmo tempo) :-))
De eerste dag ( O primeiro dia)
Als's morgens het licht
door de gordijnen dringt
smelten je laatste dromen
Er klinken geluiden
uit de achtertuinen
een buurman stapelt stemen
een rammelende kettingkast
Het is vandaag de eerste dag
om met iets te beginnen
waar niemand aan begon
Fetze Pijlman, De eerste pad, 1986
Como a luz da manhã
se desvanece nos cortinados
desfazem-se os últimos sonhos
Ouvem-se os sons lá fora
oriundos do jardim
os passos de um vizinho nas pedras
um chocalho que tilinta
Hoje é o primeiro dia
de algo novo
onde ninguém ainda esteve
(tradução minha e seja o que Deus quiser)