Thursday, 15 December 2016

A Árvore de Natal da Biblioteca de Almere e um poema na estação



A Árvore de Natal da Biblioteca de Almere decorada com peças de cerâmica...




e um poema na estação de Almere Centrum.




(fotografia tirada com telemóvel, enquanto comia uma sandes ao mesmo tempo) :-))

De eerste dag ( O primeiro dia)

Als's morgens het licht
door de gordijnen dringt
smelten je laatste dromen

Er klinken geluiden
uit de achtertuinen
een buurman stapelt stemen
een rammelende kettingkast

Het is vandaag de eerste dag
om met iets te beginnen
waar niemand aan begon

Fetze Pijlman, De eerste pad, 1986

Como a luz da manhã 
se desvanece nos cortinados
desfazem-se os últimos sonhos

Ouvem-se os sons lá fora
oriundos do jardim
os passos de um vizinho nas pedras
um chocalho que tilinta

Hoje é o primeiro dia
de algo novo
onde ninguém ainda esteve

(tradução minha e seja o que Deus quiser)




10 comments:

bea said...

Foi mesmo o que mais gostei: a tradução do poema.

Presépio no Canal said...


Bea,

Obrigada. :-)
Boa noite!

Paula Lima said...

Ora a imaginação permite árvores originais, não haja dúvida!
Gostei do poema (faz sentido, portanto foi bem traduzido :-) )

Margarida Elias said...

Que maravilha: árvore e poema! Beijinhos!

MR said...

Que espetáculo de árvore!
Obrigada pela tradução do poema.
Bom dia!

João Menéres said...

Só agora pude aqui vir.
A árvore tem uma decoração muito sui generis.
Só por isso valeu a pena !
E a poesia por ti traduzida só merece elogios, Sandra.

Um beijo num tempo em que o tempo rareia.

Os olhares da Gracinha! said...

Adorei a ideia que é linda!!!
bj

Presépio no Canal said...

Paula, Margarida, MR, João e Graça,

Que bom que gostaram! :-)
Obrigada e um beijinho a todos!
Bom fim-de-semana!

Mister Vertigo said...

A árvore de Natal é bem original e depois temos um belo poema a acompanhar, nesta bela quadra desejando sempre que o espírito do Natal permaneça durante todo o ano.
Bom domingo:)

Presépio no Canal said...

Mr Vertigo,

:-) Assim seja. :-)
Bom domingo também para si.