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Thursday, 31 December 2015

2015: O ano que mais vezes fui e estive em Portugal


Não poderia despedir-me deste ano, sem falar de Lisboa e do Porto...

2015 foi o ano em que redescobri e me reencontrei com Lisboa. Estive lá várias vezes ao longo do ano e procurei aproveitar o melhor possível.
2015 foi também o ano em que regressei ao Porto, onde já não ia há 9 anos, pelo menos, e conheci o João Menéres.

Em Lisboa...
Voltei ao bairro onde vivi...
Revi as minhas vizinhas e saímos várias vezes...



Conheci a estação de Metro do Aeroporto e gostei muito.
Fiz novas amizades...
Tive presentes inesperados.
Li poesia nos passeios da Avenida de Roma pelas mãos da Ana e nas cadeiras da gelataria FIB pelas mãos da Xana.
Descobri a Fábrica dos Gelados pelas mãos da Margarida.
Tomei um café no Espaço Delta.
Fomos ao Faia, aos Fados, escutar a Anita Guerreiro e a Lenita Gentil.



Fomos ao Café Império para o melhor bife de Lisboa.
Voltei à Livraria Barata e à Gulbenkian (para os jardins e para uma exposição).
A Xana levou-me aos Dias da Música no CCB.
Fui ver a exposição do Sebastião Salgado.
Fui à Praia da Torre.
Descobrimos sítios novos como a Mercearia Criativa, os Aromas da Beira Baixa, o Quiosque da Praça de Londres, a Confeitaria Lisboa, O Chão das Almas, entre outros.
Comprei chapéus na Fábrica dos Chapéus, na Avenida de Roma.
Fiz compras na Dama de Copas e gostei imenso da experiência (compra personalizada com aconselhamento profissional).
Subi ao Arco da Rua Augusta.
Regressámos ao Martinho da Arcada e à Ginginha nas Portas de Santo Antão.
Almoçámos no Mercado da Ribeira e na Cervejaria Ramiro pela primeira vez.
Redescobri o Chiado e o Príncipe Real.
Fomos tomar um copo à Pensão Amor.
Na última estadia, arrendámos um apartamento e gostei muito. Desejei ter uma casa em Lisboa.

E no Porto...

Conheci o João Menéres, no âmbito da exposição colectiva em que ele participou.



Entrei na Livraria Lello e no Museu Soares dos Reis pela primeira vez.
Voltei ao Majestic.

E foi tão bom!! Ir a Portugal e desfrutar mais do nosso país! Fez-me bem este reencontro com a cidade de Lisboa, voltar a conhecê-la novamente, fazer novas amizades, rever antigas, ir ao Porto, conhecer o João Menéres. Estou muito grata pelos bons momentos que vivi. Que venham mais assim!

FELIZ ANO NOVO!!

BOAS ENTRADAS!!


Sunday, 18 October 2015

O Quiosque Banana Café na Praça de Londres


O Quiosque Banana Café, na Praça de Londres

Ali, às beiras do Arco do Cego, onde ficámos alojados, nesta última viagem a Lisboa.

Para quem, como nós, vive num bairro sem cafés e restaurantes, próximo de um bosque, sabe bem ter uma esplanada perto de casa, onde tomar um café, uma limonada ou jantar uma saladinha (também servem empadas, quiches e tostas). 

Este gosto simples, este novo hábito reencontrado de ir até à esplanada da esquina, neste caso, no largo, soube pela vida. Daquelas pequenas felicidades que enchem a alma!

Deste espaço, tornei-me fã da limonada, que é servida sem açúcar, sendo assim que gosto dela.
E as cadeiras lembram-me as da minha infância, quando ia para as esplanadas com os meus pais, nos idos anos 70.

Quiosque Banana Café



Igreja de São João de Deus, Praça de Londres




Para saberem mais sobre a revitalização dos quiosques de Lisboa,  verem as cadeiras que refiro e mais fotos deste espaço, clicar aqui.

Bom Domingo!

Friday, 16 October 2015

Os Aromas da Beira Baixa


Subimos umas escadinhas, ali, na Marquês de Tomar e eis-nos chegados aos Aromas da Beira Baixa e ao carinho e simpatia da Dona Mila.

A sala interior

Paletes envernizadas com verniz marítimo
Nunca tinha visto e achei a ideia muito original e uma opção amiga da Natureza (reciclagem).
O certo é que torna o ambiente e a decoração muito acolhedores...



Salada de laranja com sardinha de conserva
Um prato simples, delicioso e familiar, que a mãe da Dona Mila costumava fazer quando esta era miúda.
Este prato leva cebola, azeite e vinagre.
Eu gostei muito.




Nesta casa, encontram muitas especialidades da região da Beira Baixa, como os maranhos, por exemplo.
O restaurante também é uma mercearia e aproveitámos para comprar algumas delícias: um queijo picante, uma morcela da Beira Baixa, um chouriço de veado com ervas e um outro de javali, também com ervas. Mas há muito mais à escolha...

Este foi o jardim exterior onde almoçámos. Adorei a tranquilidade do espaço!
Tão bom estar rodeada de ervas de cheiro e árvores de fruto...Muito bom!







Bom fim-de-semana!

Monday, 12 October 2015

Saturday, 10 October 2015

No Jardim do Arco do Cego


No Jardim do Arco do Cego

Que me fez lembrar o Vondelpark em Amsterdam.






Friday, 9 October 2015

Do Cais do Sodré à Ribeira


Cais do Sodré



Time Out Mercado da Ribeira



Um prato de choco frito em que o polme foi feito com a tinta do choco



Azulejos




Wednesday, 7 October 2015

No Chiado


Livraria Ferin (1840)

Ferin - o nome belga do patriarca da família que veio para Lisboa em 1800.
A 2a mais antiga livraria de Lisboa...
Começou como Gabinete de Leitura e transformou-se há 170 anos numa das livrarias mais icónicas da capital.
Eça de Queiroz era um dos seus clientes.
Dom Pedro V nomeou a sua oficina de encadernação como Encadernadora Oficial da Casa Real Portuguesa.
Está na mesma família desde sempre.



Loja "A Vida Portuguesa"
Nasceu em 2007, pelas mãos de Catarina Portas.





Uma outra loja (com pena, não me lembro do nome)





Tuesday, 6 October 2015

Na Baixa


Destes dias em Portugal, em que o tempo de lazer não foi muito...
A bem dizer, quando lá vou, na grande maioria das vezes, ando sempre numa roda-viva, só com um ou dois dias de descanso pelo meio...
Mas, pronto... Na nossa passagem pela Baixa, ainda se conseguiu dar uma espreitadela nestes recantos...

Hospital de Bonecas (1830), na Praça da Figueira

Ainda gostava de visitar o Museu do Hospital de Bonecas.
Um local muito bonito e interessante, com brinquedos encantadores de outras eras.
Uma delícia para miúdos e graúdos! Um passeio que pode perfeitamente juntar avós, pais e netos...
Na foto: a entrada da loja.




Data do século XIII,  tendo sofrido várias campanhas de obras ao longo dos séculos (por exemplo, após o terramoto de 1531, o terramoto de 1755 e o incêndio de 1959). Da sua fachada medieval, já nada resta.
Aqui se realizaram baptizados e casamentos reais, como o casamento do Rei D. Carlos e da Rainha Dona Amélia.
Próxima vez, a ver se a visito a preceito e não me fico só pela fachada...



A Ginjinha Sem Rival (século XIX)

É caso para dizer que soube que nem ginjas...;-)



Restaurante "Martinho da Arcada" (1782)

Voltámos a este restaurante, que gosto muito, ao fim de 8 anos de ausência, para um robalo escalado de comer e chorar por mais. Sempre que volto a Lisboa, vou ao Martinho. Mas, até agora, tinha sido só ao café ou à esplanada. Sinto-me em casa nesta Casa, que tem as minhas saladas de fruta preferidas.






A Rua Augusta, ao anoitecer...Gosto muito! Um must see, na minha opinião...


Monday, 5 October 2015

Parabéns, Portugal!!!


Parabéns ao meu e nosso país que hoje comemora mais um aniversário (Tratado de Zamora, 5 de Outubro de 1143): 872 anos!!

 De ti, trago no coração:

 O azul único do teu céu...



A tua maravilhosa poesia



A tua musicalidade única que já é património da Humanidade



As delícias com que nos encantas...



A forma como me inebrias, sempre...



Para ti, Portugal, uma flor por mais um aniversário!


Tuesday, 29 September 2015

De volta à base


Tenho estado em Lisboa e só voltei no Domingo. 

Os dias foram muito corridos e stressantes e vim mais cansada do que fui (muitos assuntos e voltas a dar).

Das primeiras coisas que me chamaram a atenção, destaco os placards publicitários com informação em chinês no aeroporto e a presença de mais cafés turcos na cidade. 

Também vimos mais muçulmanas, algumas das quais com a cara velada.

Desta vez, ficámos num apartamento no Arco do Cego, junto à Praça de Londres. Mais económico e sobretudo, mais privado. 

Voltámos às compras no Pingo Doce da Avenida de Paris como fazíamos antigamente, quando morávamos lá perto.Gostei muito das sopas, especialmente da camponesa e da de abóbora com manjericão, do pão com chouriço e do bacalhau espiritual e das maçãs de Alcobaça.

Experimentámos sítios novos que já estavam na minha mira, desde a última vez que estive na capital: 
a Mercearia Criativa, na Guerra Junqueiro; 
os Aromas da Beira Baixa, na Marquês de Tomar;
o Quiosque Banana Café, na Praça de Londres;
o Green Mood, no Saldanha Residence;

Finalmente, almoçámos no Mercado da Ribeira.


Provei pratos novos para mim: muxama de atum e sardinhas com laranja.

Sentámos pela primeira vez numa esplanada do Cais do Sodré.

Foram dias de sol.
Caminhámos muito na cidade, mas não houve oportunidade para ir à praia, ali perto - nem tempo, nem o cavaleiro andante podia (foi retirar dois sisos e nos dias seguintes andou KO entre a medicação e a dieta liquida).


E o Jardim do Arco do Cego fez-me lembrar o Vondelpark, em Amesterdão.

Gostei das tardes passadas com a minha mãe e a minha madrinha. A mãe já está a receber apoio domiciliário da Santa Casa da Misericórdia. As senhoras são amorosas e a comida tem qualidade. Vão lá a casa 3 vezes por dia: fazem a higiene de manhã e à noite, levam as refeições, fazem a cama de lavado uma vez por semana, dão o banho maior duas vezes por semana e levam a roupa para lavar e passar ao ferro.
A minha mãe também tem boas amigas; a minha madrinha, que lhe vai comprar e levar revistas e passa bocadinhos com ela; a vizinha A. que se ofereceu para ir ao Minipreço e vai também aos Correios buscar os meus envios, a cabeleireira que vai lá a casa, só para dar alguns exemplos. Pessoas boas, amigas de verdade, presentes. 

A mãe estava muito bonita, de cabelinho arranjado. A madrinha também está melhor (foi operada às varizes).

Desta vez, voltar aos Países Baixos foi uma etapa serena, um sentimento de continuidade de um ponto a outro. Estava sol quando chegámos à nossa base, mas o céu, nestes tons de azul, continua a morar em Lisboa.


Wednesday, 10 June 2015

Dia das Comunidades Portuguesas



Porque hoje também é o Dia das Comunidades Portuguesas pelo Mundo, lembrei-me de.várias fotos que tenho espalhadas por aí...Umas tiradas em Lisboa e que me lembraram dos Países Baixos, outras que tiradas cá, me lembraram de Portugal...

Esta foto, tirada este ano, em Lisboa...

A bicicleta, ao centro, para mim e muitos, um dos maiores símbolos dos Países Baixos, país onde se desenrola e se centra a minha vida presentemente, circundada pelo piso de Lisboa, ou seja, pela minha matriz histórica e base portuguesas.




Esta, igualmente tirada este ano, uma túlipa, outro dos grandes símbolos da Holanda, em calçada portuguesa. Mais uma síntese, mais uma metáfora...




Esta, numa loja de malas, em Naarden (2012). A proprietária, holandesa, adora Fado e mostrou-me alguns dos vários CD's que tinha na loja (era a música que estava a tocar quando entrámos com os nossos primos...).




Por fim, esta, do espectáculo de Cristina Branco, no Teatro de Almere, em 2012.




E porque gosto de encontros felizes...

Uma canção a duas vozes, a duas línguas, portuguesa e neerlandesa....





Uma interpretação portuguesa de um poema neerlandês (Os Solitários de Slauerhoff)





Um bom dia para todos!

Saturday, 30 May 2015

Não gosto quando Lisboa me entristece...


Gostei  muito de Lisboa de uma forma geral, mas ainda vi muitos edifícios neste estado...Uma pena...

Este situa-se na Avenida Duque de Loulé.


Thursday, 28 May 2015

Lisboa seduz



Gosto quando Lisboa me seduz.

Praça do Areeiro


Avenida Duque de Loulé



Aeroporto



Avenida Duque de Loulé



Praça de Londres



Gulbenkian