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Thursday, 8 March 2018

The Spinner, Palácio de Charlottenburg, Berlim


Para o Dia Internacional da Mulher:

The Spinner (A Fiandeira)

Palácio de Charlottenburg, Berlim










Elas são as mães: 
rompem do inferno, furam a treva, 
arrastando 
os seus mantos na poeira das estrelas. 

Animais sonâmbulos, 
dormem nos rios, na raiz do pão. 

Na vulva sombria 
é onde fazem o lume: 
ali têm casa. 
Em segredo, escondem 
o latir lancinante dos seus cães. 

Nos olhos, o relâmpago 
negro do frio. 

Longamente bebem 
o silêncio 
nas próprias mãos. 

O olhar 
desafia as aves: 
o seu voo é mais fundo. 

Sobre si se debruçam 
a escutar 
os passos do crepúsculo. 

Despem-se ao espelho 
para entrarem 
nas águas da sombra. 

É quando dançam que todos os caminhos 
levam ao mar. 

São elas que fabricam o mel, 
o aroma do luar, 
o branco da rosa. 

Quando o galo canta 
Desprendem-se 
para serem orvalho.


Eugénio de Andrade, Algumas reflexões sobre as mulheres




Sunday, 18 February 2018

Concerto de Estrelas no Concertgebouw


Na passada terça-feira, fui até ao Concertgebouwsituado junto à Museumpleinem Amesterdão, para escutar Leonidas Kavakos (1967), violinista grego, diversas vezes premiado internacionalmente, Yuja Wang (1987), pianista clássica chinesa, Antoine Tamestit (1979), viola-alto francês, também internacionalmente premiado, e Clemens Hagen (1966), notável violoncelista austríaco, num  emocionante concerto de estrelas, dedicado à música do compositor alemão, Brahms (1833-1897). Sala cheia e grande ovação final. Um concerto muito tocante, passo o pleonasmo.

O convite para o espectáculo partiu de uma amiga chinesa, que ganhou bilhetes de presente da lotaria, com escolha livre dos lugares. Fomos 4, eu muito constipada e com imensa tosse. Valeram-me os rebuçados que me iam dando, que me esqueci completamente de comprar e levar (o primeiro, de mentol, pela senhora da fila atrás da nossa, o segundo pela senhora da fila da frente e os seguintes por uma das amigas, japonesa, e que os tinha recebido do Império do Sol Nascente, via Correios). Mas não era só eu. Cada vez que um número terminava, ouvia-se muito gente a tossir. Uma Holanda muito constipada esta noite, pensei...

Deixo-vos com este video de 2014, de um espectáculo do Carnegie Hall, em Nova Iorque, com dois dos protagonistas do concerto desta terça-feira.  


Votos de um excelente Domingo para todos!




Saturday, 6 January 2018

Noite de Reis


Sim, devido ao carácter tardio do post. ;-)

Queria ilustrar este dia com uma bola de Natal em feltro, que comprámos na Festa das Velas de Natal, realizada no mês passado, no De Orchideeen Hoeve, um orquidário muito bonito, situado na vila de Luttelgeest, na nossa província da Flevolândia. Além dos caminhos e regatos iluminados por velas, havia um mercado de Natal, e foi lá que encontrámos estas giríssimas bolas de feltro para colocar na Árvore. O trabalho é todo ele artesanal.

Esta bola destina-se especialmente a celebrar o Dia de Reis.




Mas comprámos outras. A minha ideia foi formar um presépio na Árvore de Natal.

Para isso, trouxe também, como não podia deixar de ser, a Sagrada Família...




e o pastor e as ovelhinhas...



que juntamente com os Reis Magos, mostrados acima, criou o seguinte efeito final:




Gostaram?


E por fim, deixo-vos com o video promocional do festival. Enjoy! Geniet ervan!





Continuação de bom fim-de-semana!


Monday, 16 October 2017

Nederlanders in Parijs



Nederlanders in Parijs no Museu Van Gogh, em Amesterdão.


Fomos ver esta exposição, na sua data de abertura, na passada sexta-feira, à noite, dia 13.

Uma noite de sorte, pois gostámos muito da exposição, que aconselhamos vivamente a quem tenha oportunidade de visitá-la (grátis com o cartão dos museus).

Está patente ao público até dia 7 de Janeiro de 2018, num renovado Museu Van Gogh (ainda não tinhamos lá estado após a remodelação).

Nesta exposição, podemos apreciar obras de Van Spaendonck (conhecido pelas suas naturezas-mortas), Jongkind (conhecido pelas suas pinturas marítimas e um dos percursores do Impressionismo), Van Gogh (pintor pós-impressionista), Van Dongen (conhecido como um dos representantes do Fauvismo) e Mondriaan (um pioneiro em Arte Abstracta), entre outros pintores neerlandeses, de diferentes épocas e movimentos artísticos, que viveram em Paris, durante largos anos, entre o final do século XVIII e o início do século XX.

Clicando aqui, podem visualizer alguns dos quadros desta exposição.

Geniet ervan! Enjoy!



PS: A complementar esta exposição, uma outra que queremos visitar, desta vez em Haia, intitulada The Dutch in Barbizon, que irá abrir ao público, no próximo dia 27, no Panorama Mesdag (que fica próximo da nossa embaixada).

NB:O jantar, no museu, foi acompanhado de música francesa. Muito agradável!




Wednesday, 13 September 2017

Os céus nublados holandeses


Das nuvens. 
Eu gosto muito das nuvens deste país. 

Do Outono que já se faz sentir. 
Entre o antigo e o contemporâneo.




Amesterdão, 3 de Setembro de 2017








Almere, 09 de Setembro de 2017






NB: Fotografias tiradas com telemóvel.


Monday, 4 September 2017

Em Leiden



No dia do aniversário do meu marido, fomos até Leiden, uma cidade que aprendi a conhecer pelas mãos da Agnes (através das sugestões que ela aqui deixou no blogue) A Agnes é uma compatriota nossa a viver em Oxford e cujo blogue recomendo muitíssimo (boa escrita, lindas fotografias, itinerários interessantes e observações úteis).


Leiden, que fica próxima de Haia, é, actualmente, uma das minhas cidades holandesas preferidas. Gosto dos bares de jazz e dos muros de poesia, onde também figuram poetas de Língua Portuguesa. E das galerias de Arte, inovadoras, onde encontramos também joalharia, bijuteria e acessórios de materiais variados, feitos à mãoUma cidade cheia de vida, com muitas esplanadas junto aos canais. E que, de certa forma, devido à presença dos estudantes da sua famosa Universidade, fundada em 1575, por William de Orange (o princípe que liderou a revolta contra o domínio espanhol (Habsburgos) nos Países Baixos, no século XVI), me lembra Coimbra. Ou Aveiro, pelos canais e as pontes e, sobretudo, pelo seu carácter acolhedor e luminoso.








O rico património arquitectónico da cidade encontra-se muito bem preservado.




Um dos muros de poesia...



Da Declaração Universal dos Direitos do Homem (1948), num dos muros da cidade. Neste caso, o Artigo 1.




Não deixei de achar curioso que o acaso do passeio a pé nos tivesse levado até este muro, tendo em conta os tempos que vivemos.

E, por isso, porque nunca é demais recordar, deixo-vos com este video.




Votos de boa semana!

NB: As fotografias foram tiradas com telemóvel.

Saturday, 2 September 2017

Voltas por aí ao longo deste ano


Não foram muitas. E todas aqui próximo e de curta duração.


AGOSTO


ALMERE

Junto ao restaurante Gasterij Oostvaarders, na Reserva Natural de Oostvaardersplassen.






JULHO


ROTERDÃO

Junto ao porto, quando fomos ver a  exposição "Genesis" de Sebastião Salgado, ao Nederlands Fotomuseum.





AMESTERDÃO

Churchilllaan (Avenida Churchill), na Rivierenbuurt, que fica próxima 

do Café Nata Lisboa e
 da casa onde a Família de Anne Frank viveu entre 1933 e 1942 .





JUNHO


WEESP

Situada entre Amesterdão e Almere. É um dos meus locais favoritos para dar caminhadas no Verão. Este ano, só fomos uma vez, e no entanto, é aqui tão perto..

Um dos meus restaurantes favoritos, o Weesperplein, fica próximo deste canal. Gostamos muito de jantar no quintal do restaurante, pois é muito acolhedor...






MARÇO


LEIDEN

Junto ao Volkenkundemuseum, as sakuras ou cerejeiras relativas à exposição "Cool Japan".
Desta vez, o passeio foi com uma amiga.
No mês passado, fomos os dois para ver a exposição, mas as sakuras já não estavam assim, claro.
Brevemente, mais fotografias sobre Leiden.





NB: Todas as fotografias foram tiradas com telemóvel.



Bom fim-de-semana!




Monday, 28 August 2017

Gaivotas, Mar, Cães, Tabouleh e Dickens


O sol da manhã, que já ia alto, sussurrava "praia" ao meu ouvido. E eu, que gosto de sussurros, escutei com muita atenção. Foi assim, que, no sábado, logo após o almoço, rumámos à nossa praia holandesa de sempre, Katwijk aan Zee. A areia fina que me lembra ampulhetas, as dunas que nos protegem num abraço, o sossego maior daquele recanto de praia em frente ao restaurante Het Wantveld (se clicarem neste link, podem ver algumas imagens panorâmicas), onde, assim que chego, páro sempre para o espresso, o sumo de laranja natural e o típico croquete de carne holandês. Gosto destes hábitos "de sempre". Sou muito felina nos meus rituais e nos meus amores. Sei onde são as minhas casas e os meus recantos. 

Um dos aspectos que mais aprecio, ao chegar ao Het Wantveld, é o cuidado com os animais. Há sempre taças com água para os cães. Na renovada "ladeira", a caminho da praia, contei mais de uma dúzia de canídeos. Há muitas pessoas com cães por aqui (às vezes, até mais que um), e muitos restaurantes preparados para receber os fiéis amigos. 

Já na praia, estendidos nas nossas toalhas (a minha rosa, a dele azul), gosto do cirandar das gaivotas ao nosso redor e dos vôos rasantes com que nos brindam, aqui e ali. Desta vez, fizeram-me uma surpresa no mar. Ao caminhar pelo ritmo quieto do dia daquelas águas do Mar do Norte,  vi, um pouco mais adiante, duas gaivotas sentadas naquela planície líquida, uma à minha esquerda, outra à minha direita. Fizeram-me sentir uma princesa, à medida que me aproximava. Parecia que o Universo (ou Deus) me dava as boas vindas naquele regresso ao Mar, que, até há bem pouco tempo, durante este Verão, me esteve vedado. Acabei ladeada por elas. Não, não partiram à minha chegada. Muito pelo contrário, quedaram-se por ali. E pareceu-me, que a sorrir.

Ontem, já não fui à água. Fiquei-me pelo areal, a sentir o sol na minha pele e a ler o "Passaporte", desta vez o capítulo sobre as visitas à Inglaterra literária, o mesmo será dizer, à casa de alguns escritores britânicos, como por exemplo, a de Charles Dickens, que gostaria muito, um dia destes, de conhecer.

E se, ontem, no final da tarde, o regresso foi directo a casa, no sábado, ainda parámos em Amesterdão e fomos jantar ao nosso restaurante de sempre. Falo do Bazar, uma antiga sinagoga convertida em restaurante islâmico. Gostamos muito do Bizar Bazar de carne, com ensopado de borrego e tabouleh (uma salada libanesa). E mais uma vez, ali também, havia taças com água para os cães.


Votos de boa semana para todos!


"A visita à casa dos nossos escritores preferidos constitui uma maneira original de se passar férias. Depois de termos lido as obras, todas as suas obras, a deambulação tem qualquer coisa de mágico. É doce olhar a caneta com que ele escreveu, ver a cadeira onde se sentou, observar o que se vislumbra da janela do seu escritório. Escolhi para meu primeiro passeio, a casa de Charles Dickens, em Londres."

Maria Filomena Mónica, in Passaporte, 2009, página 149



Tuesday, 15 August 2017

Drop earrings, not bombs


Foi neste fim-de-semana, numa visita ao Volkenkundemuseum em Leiden, que, na respectiva loja, tomei conhecimento, pela primeira vez, do projecto Drop earrings, not bombs. A iniciativa visa ajudar mulheres sírias refugiadas a viver na Turquia, a conseguir uma fonte de rendimento e alguma independência financeira. Os brincos são muito bonitos e feitos por elas. Dá vontade de trazer quase todos...Já conheciam este projecto?





Monday, 12 June 2017

Anne Frank: num percurso alternativo em Amesterdão


Se fosse viva, Anne Frank faria hoje 88 anos (nasceu a 12 de Junho de 1929).

Esta fotografia foi tirada junto ao monumento que a celebra, na praça Merwedeplein,  em Amesterdão, onde a família Frank viveu a partir de 1933/34, quando fugiu da Alemanha, até 1942, quando se escondeu no anexo da empresa de Otto Frank, o pai de Anne, em Prinsengracht (Canal dos Príncipes).





Em frente ao número 37 (número da porta da família Frank), estas placas evocativas dos 4 elementos da família (Edith, Otto, Anne e Margot) que foram levados, em Agosto de 1944, pelas forças Nazis, para o campo de concentração holandês de Westerbork




A família Frank vivia no segundo andar. Neste pequeno filme, Anne assome à janela para ver a vizinha que vivia no segundo andar do número 39 e casava nesse dia.




O prédio actualmente. A janela de Anne Frank é a mais larga do lado esquerdo, com cortinas brancas.




Ao voltar da esquina, uns metros mais adiante, a livraria onde o pai de Anne lhe comprou o diário como presente de aniversário pelos seus 13 anos, a JimminkboekUma livraria particularmente encantadora, com os muitos livros amontoados nas salas que se sucedem entrelaçadas. 
Nestas duas fotografias, livros sobre Anne Frank.







Um percurso que andava para fazer há anos. Um desejo antigo (conhecer a zona onde viveu a família Frank antes de se esconder), que se concretizou ontem, após um almoço no Nata Lisboa (decidido à última da hora), onde gostámos muito dos pastéis de nata e eu, especialmente, das empadinhas de bacalhau. O nome do bairro? Rivierenbuurt. Uma zona muito interessante, com lojas, cafés e restaurantes e, ao mesmo tempo, calminha e verdejante, fora dos circuitos habituais. Aconselho vivamente.


Votos de boa semana para todos!



Thursday, 23 March 2017

Maria Minor, Utrecht - Um bar numa antiga igreja



Há umas semanas, fui levada por uma amiga a um bar que fica numa antiga igreja. Nos Países Baixos, já tinha visitado uma livraria situada numa igreja (em Maastricht) e um museu (em Utrecht) e tinha visto a fachada de um teatro (em Bergen op Zoom). Mas, num bar, nunca tinha estado. Fica em Utrecht, junto à estação central. Já tinha passado em frente, várias vezes, mas nunca me tinha apercebido que se tratava de uma antiga igreja. Mais uma daquelas escondidas e disfarçadas, como duas que conheço em Amsterdam (uma no Red Light District e outra na Kalverstraat); sim, dos tempos em que o culto católico era celebrado em segredo, às escondidas (as schuilkerkjes, como eram conhecidas)...

Esta igreja que falo é conhecida como Maria Minor. Inicialmente, tratava-se de uma casa particular e, desses tempos medievais, já só restam as caves. A igreja escondida data do século XVII, mas, o actual edifício já data do século XIX, época em que realizaram grandes obras no local e da qual data o orgão que podemos ver assim que entramos (1890). Actualmente e desde 2007, o espaço é explorado pelo Café Olivier, especializado em cervejas belgas, que eu já conhecia, mas em Leiden, como contei aqui, e que fica situado no antigo Hospital de Santa Isabel.


As fotografias que tirei com o telemóvel não ficaram nada de jeito, mas encontrei este video no Youtube, que já permite ter um vislumbre. As cervejas ainda terei de experimentar...





Sobre o encerramento actual de igrejas católicas e a sua conversão noutro tipo de espaços nos Países Baixos, ler aqui e aqui, para se ter uma ideia mais precisa.


Tuesday, 21 March 2017

Audrey e Givenchy


Da exposição " To Audrey, with love", no Museu da Cidade de Haia
(até dia 26 deste mês)


Um vestido de 1989, usado numa cerimónia no MOMA ( Museum of Modern Art) em Nova York 





Alguns dos vestidos "cinematográficos" de Audrey Hepburn criados por Givenchy





Sabrina (1954)











Bloodline (1979)




Funny Face (1957)




Outras criações de Givenchy

Alguns detalhes que muito apreciei

Esta manga...pelo cair, pela forma como os folhos vão diminuindo de largura à medida que se aproximam da mão, facilitando os movimentos.




Um vestido de noiva em rosa com um trabalhado que para mim é uma obra de arte...




Gosto da assertividade "imperial"/ majestosa deste vestido, que lhe é dada pelas cores ricas da saia e o seu formato...




Mas também da delicadeza e fluidez deste vestido de noiva a lembrar os anos 20...




Que dizer aqui? Chapeau!







Conjuntos que achei particularmente bonitos

Gostei imenso da parte superior deste vestido, bem realçada pelo contraste com o liso da saia




Gostei muito da capa de linhas verticais a contrastar com o vestido. Tão elegante, a adelgaçar  a silhueta e a dar-lhe altura...




Os vestidos pretos...

Magníficos pela beleza do corte e as linhas depuradas tão características de Givenchy...

Este de penas foi um dos meus favoritos




Gosto muito do padrão deste vestido que, "cortado" nos sítios certos, evidencia a elegância do corpo feminino...




Sensualidade e bom gosto! Gosto bastante do corte diagonal da frente do vestido, realçado pelo botões brancos.



 Gostei imenso do pormenor do brinco, na cor certa, a contrastar e a dar ainda mais glamour/luz ao vestido...




Um conjunto de vários vestidos...




Clientes famosas...

Vestidos de noiva, sendo que o rosa foi o de Audrey no seu casamento com Dotti




Conjuntos de Jackie Kennedy




Conjuntos e Vestidos de Grace Kelly




O casaco que a Duquesa de Windor, Wallis Simpson, vestiu no funeral do marido.
Este casaco é lindo pela sua elegância e simplicidade! Estive um bom pedaço de tempo "a namorá-lo"...




Pormenor do casaco




E, por fim, um vestido que veio de Portugal para esta exposição: este, que pertence à Duquesa de Cadaval, de quem Givenchy é amigo. 




Nota: Em 2015, Givenchy e a Duquesa-Mãe de Cadaval, Claudine, organizaram uma exposição de vestidos de noiva de alta-costura na Igreja do Palácio Cadaval, em Évora. Alguns dos vestidos Givenchy presentes em Haia também fizeram parte daquela exposição realizada no nosso país.

E um filme com Audrey Hepburn e mais criações de Givenchy...





Continuação de boa semana para todos!