Queria ilustrar este dia com uma bola de Natal em feltro, que comprámos na Festa das Velas de Natal, realizada no mês passado, no De Orchideeen Hoeve, um orquidário muito bonito, situado na vila de Luttelgeest, na nossa província da Flevolândia. Além dos caminhos e regatos iluminados por velas, havia um mercado de Natal, e foi lá que encontrámos estas giríssimas bolas de feltro para colocar na Árvore. O trabalho é todo ele artesanal.
Esta bola destina-se especialmente a celebrar o Dia de Reis.
Mas comprámos outras. A minha ideia foi formar um presépio na Árvore de Natal.
Para isso, trouxe também, como não podia deixar de ser, a Sagrada Família...
e o pastor e as ovelhinhas...
que juntamente com os Reis Magos, mostrados acima, criou o seguinte efeito final:
Gostaram?
E por fim, deixo-vos com o video promocional do festival. Enjoy! Geniet ervan!
O plano inicial era ter ido a Amesterdão, mas a autoestrada estava completamente fechada. Ainda tentámos ir por Utreque, mas a fila era enorme e iríamos demorar perto de 2 horas a chegar lá. Optámos, então, por ir tomar café ao Batavia e dar uma pequena e agradável caminhada por ali...E foi bom. Gostámos bastante.
Há já 8 anos que moramos na Flevolândia, mas, só este ano, fizemos, pela primeira vez, a rota do Festival das Túlipas no Noordoostpolder (que fica situado na nossa província). Foi ontem, num dia esplêndido de sol.
Era a minha sugestão para hoje, Dia do Rei, especialmente para aqueles que querem fugir à confusão, mas está tanto frio...Anyway, se, entretanto, o tempo melhorar (os passarinhos cantam lá fora e o sol parece despontar de vez em quando), aqui fica a dica:
No fim-de-semana passado, a caminho do Batavia Stad...
As paisagens planas da nossa província, a Flevolândia...
(fotografia tirada com o carro em andamento)
Jacques Brel (8/4/1929- 9/10/1978), Mijn vlakke land
Wanneer de Noordzee koppig breekt aan hoge duinen / Quando o Mar do Norte quebra nas altas dunas En witte vlokken schuim uiteenslaan op de kruinen / E flocos de espuma branca parecem coroas Wanneer de norse vloed beukt aan het zwart basalt / Quando a maré quebra no basalto negro En over dijk en duin de grijze nevel valt / E dique e duna cobrem-se de névoa cinzenta Wanneer bij eb het strand woest is als een woestijn / Quando a maré baixa na praia desolada como um deserto En natte westenwinden gieren van venijn / E a humidade assola como um abutre Dan vecht mijn land, mijn vlakke land / Então, luta o meu país, o meu plano país
Wanneer de regen daalt op straten, pleinen, perken / Quando a chuva cai em ruas, praças e canteiros de flores Op dak en torenspits van hemelhoge kerken / E nos telhados das igrejas imponentes Die in dit vlakke land de enige bergen zijn / As únicas montanhas deste plano país Wanneer onder de wolken mensen dwergen zijn / Quando sob as nuvens nos tornamos pequenos Wanneer de dagen gaan in domme regelmaat / Quando os dias se tornam regularmente estúpidos En bolle oostenwind het land nog vlakker slaat / E o vento de leste atinge este plano país Dan wacht mijn land, mijn vlakke land / Então, espera o meu país, o meu plano país
Wanneer de lage lucht vlak over 't water scheert / Quando o ar rompe sobre as águas Wanneer de lage lucht ons nederigheid leert / E nos ensina a humildade Wanneer de lage lucht er grijs als leisteen is / Quando o céu cinzento parece uma ardósia Wanneer de lage lucht er vaal als keileem is / E a terra em barro se transforma Wanneer de noordenwind de vlakte vierendeelt / Quando o vento Norte sopra pelos quatros cantos da terra Wanneer de noordenwind er onze adem steelt / E nos rouba o fôlego Dan kraakt mijn land, mijn vlakke land / Então, treme o meu país, o meu plano país
Wanneer de Schelde blinkt in zuidelijke zon / Quando o Escalda brilha ao sol do sul En elke Vlaamse vrouw flaneert in zon-japon / E cada mulher flamenga se veste para passear Wanneer de eerste spin zijn lentewebben weeft / Quando as aranhas tecem as primeiras teias Of dampende het veld in juli-zonlicht beeft / E o orvalho irradia na luz dos campos de Julho Wanneer de zuidenwind er schatert door het graan / Quando o vento sul ruge através do grão Wanneer de zuidenwind er jubelt langs de baan / E se espraia pelos caminhos Dan juicht mijn land, mijn vlakke land/ Então, exulta o meu país, o meu plano país
NB: A tradução é minha. Alguma sugestão de melhoria é só dizer.
A nossa província, a mais jovem dos Países Baixos, a nossa querida Flevolândia...
Terra arrancada ao mar que não existia sequer há 40 anos...
A fotografia é de Almere Pampus.
O Hino da nossa província (muito bonito, na minha opinião).
Traduzi-o para a nossa língua e aceito sugestões de melhoria.
Talvez outras conterrâneas nossas queiram partilhar o hino da sua província holandesa...
Fica o desafio para quem quiser agarrá-lo...;-)
Waar wij steden doen verrijzen op de bodem van de zee, onder Hollands wolkenhemel tellen wij als twaalfde mee. Een provincie die er wezen mag, jongste stukje Nederland. Waar het fijn is om te wonen, mijn geliefde Flevoland! Onde nós erguemos cidades do fundo do mar, Sob este céu de nuvens, Ela é a décima segunda. A província que permanece, a mais nova da Holanda. Onde é agradável morar, minha amada Flevolândia!
Land gemaakt door mensenhanden, vol vertrouwen en met kracht. Waar de zee werd teruggedrongen die zoveel verschrikking bracht. Een provincie die er wezen mag, jongste stukje Nederland. Waar het fijn is om te werken, mijn geliefde Flevoland! Terra feita por mãos humanas, com confiança e determinação. Onde o mar, agora afastado, já nos trouxe tanto tormento. A província que permanece, a mais nova da Holanda. Onde é agradável trabalhar, minha amada Flevolândia!
De natuur laat zich hier gelden dieren kiezen nest of hol. En de wijde vergezichten stemmen ons zo vreugdevol. Een provincie die er wezen mag, jongste stukje Nederland. Waar het fijn is om te leven, mijn geliefde Flevoland! A Natureza mora aqui Os animais nos seus ninhos e tocas E as vistas deslumbrantes votam-nos de imensa alegria. A província que permanece, a mais nova da Holanda. Onde é maravilhoso viver, minha amada Flevolândia!
I enjoyed so much to participate in this contest! I like to live in Flevoland! It's a green, quiet and relaxed province with very pretty places to visit and enjoy!
We also have many cultural activities! Flevoland is pure gezelligheid! :-)
We won the prize I really wanted to win! One day out at Orchideeën Hoeve in Luttelgeest , a very pretty place with colourful orchids, many butterflies, tropical fishes and exquisite plants! ;-))
The weather was also nice. A sunny and warm day, very pleasant for a walk and to admire the replica of "Batavia", a ship that was built in Amsterdam in 1628 at the behest of the Dutch East India Company (VOC).
On the site about Batavia, we can read the whole story: "On 4 June, 1629,however, the ship, carrying a crew of 332 and heading for Java, was wrecked on its maiden voyage off the coast of Western Australia.
[...] The reconstruction of the Batavia was an initiative of master shipbuilder Willem Vos. It started in 1985 and under Vos's impassioned guidance, a changing group of long-term unemployed, volunteers and employees worked on the ship.
The basic aim was to create an authentic reconstruction, using original materials and a traditional construction method. The ship is built entirely out of Danish oak and decorated with several hundred hand-carved figures and ornaments. The rigging and guns have also been reconstructed.
On 7 April 1995, the ‘Batavia' was christened and launched by Queen Beatrix. Since then, the Batavia has attracted visitors to Batavia Yard in Lelystad on a daily basis."
I will come back to Batavia Stad. I want to visit Batavia and also the Niew Land and the RACM museums.
The Nieuw Land museum introduces visitors to the history of Flevoland. We can learn about the neolithic Swifterbant Culture inhabitants of the marsh lands, past the medieval lords of Kuinre, the fishermen and island dwellers through to stories about the land reclamation and pioneers of the new land, and also admire seven magnificent model ships from the collection of the Rijksmuseum Amsterdam.
RACM is about nautical and sub-aquatic archaeology. The RACM is home to the largest nautical archaeological depot of the Netherlands. More than 30,000 artifacts are shown, all taken from ships. There are even complete ship wrecks: from a Roman vessel to a regular barge service vessel. Besides, specialists will be working while we visit. This I found very interesting!