Na Dam Square, onde fica o Palácio Real, apanhámos o eléctrico 9 em direcção a Diemen. Durante a viagem, ainda vislumbrámos pelas janelas, a Sinagoga Portuguesa e a entrada do Artis (o Zoo). Uma vez que o nosso objectivo era ir até à Brouwerij 'T IJ, saímos em Alexanderplein. No caminho, junto ao canal, um Heron, que não se fez rogado à fotografia, muito pelo contrário...
Brouwerij'T IJ
Onde se juntou a nós, alguém que a S., depois, em troca de emails privados comigo, achou que estava com ares de "um bom pirata" e de "um bom malandro". Ri-me imenso. Eles já não se viam há muito tempo, de facto (quando a S. veio, este ano, a Almere, o passeio foi só comigo e quando fomos a Portugal, em Fevereiro, só saímos com o irmão e a mãe dela, pois ela estava em Eindhoven).
Esta ida à cervejaria 'T IJ foi para mostrar um moinho tipicamente holandês ao primo dela, o J. - não havia tempo para ir até Zaanse Schans (iriam seguir para Eindhoven ainda nesse dia). Mas foi uma boa estreia - o De Gooyer é o moinho mais alto dos Países Baixos.
O interior da cervejaria
Esta ida à cervejaria 'T IJ foi para mostrar um moinho tipicamente holandês ao primo dela, o J. - não havia tempo para ir até Zaanse Schans (iriam seguir para Eindhoven ainda nesse dia). Mas foi uma boa estreia - o De Gooyer é o moinho mais alto dos Países Baixos.
O interior da cervejaria
Eram 17h30, quando saímos. Desta vez, o percurso já foi feito de carro. Tínhamos mesa marcada para jantar às 18:15, no Bazar (uma antiga sinagoga convertida em restaurante islâmico), num dos bairros mais queridos da cidade, pelo seu carácter boémio e cosmopolita, o De Pijp, considerado o Quartier Latin de Amsterdam.
Restaurante Bazar na Albert Cuypstraat, rua onde fica o mercado mais famoso da cidade.
Aqui, o primeiro andar, onde jantámos.
(foto da S.)
A S. e o J. gostaram muito do restaurante.
O prato para os 4: Bizar Bazar de carne (vaca, frango, kofte, borrego)
Os acompanhamentos
ensopado de borrego com grão e tabbuleh (salada com menta, salsa, tomate, bulgur)
(foto da S.)
Antes do jantar, ainda fomos ver os violinos em cascata do Conservatorium Hotel. Vejam que linda fotografia a S. tirou com o telemóvel! Love it!
A caminho de lá, e ao acaso, uma descoberta: as Zevenlandenhuizen (As Casas dos Sete Países), na Roemer Visscherstraat, uma série de casas contíguas, cada uma dedicada a um país (França, Alemanha, Rússia, Itália, Inglaterra, Espanha e Países Baixos). A arquitectura de cada uma delas remete para o país representado. Estas casas fazem parte do Quentin England Hotel (muito confortável, a avaliar pelo site). Datam de 1894, são da autoria do arquitecto Tjeerd Kuipers (1857-1942) e foram mandadas construir pelo banqueiro San van Eeghen que desejava trazer o charme de locais distantes para a cidade de Amsterdam.
Restaurante Bazar na Albert Cuypstraat, rua onde fica o mercado mais famoso da cidade.
Aqui, o primeiro andar, onde jantámos.
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A S. e o J. gostaram muito do restaurante.
O prato para os 4: Bizar Bazar de carne (vaca, frango, kofte, borrego)
Os acompanhamentos
ensopado de borrego com grão e tabbuleh (salada com menta, salsa, tomate, bulgur)
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Antes do jantar, ainda fomos ver os violinos em cascata do Conservatorium Hotel. Vejam que linda fotografia a S. tirou com o telemóvel! Love it!
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A caminho de lá, e ao acaso, uma descoberta: as Zevenlandenhuizen (As Casas dos Sete Países), na Roemer Visscherstraat, uma série de casas contíguas, cada uma dedicada a um país (França, Alemanha, Rússia, Itália, Inglaterra, Espanha e Países Baixos). A arquitectura de cada uma delas remete para o país representado. Estas casas fazem parte do Quentin England Hotel (muito confortável, a avaliar pelo site). Datam de 1894, são da autoria do arquitecto Tjeerd Kuipers (1857-1942) e foram mandadas construir pelo banqueiro San van Eeghen que desejava trazer o charme de locais distantes para a cidade de Amsterdam.
Esta é a da Rússia.
Mas ainda pretendo lá voltar e fotografar as restantes com mais calma.
Mas ainda pretendo lá voltar e fotografar as restantes com mais calma.
O dia terminaria com uma volta, também não planeada, pela Leidseplein, devido a um engano no caminho, e que permitiu aos nossos amigos, antes de os deixarmos na Estação Central, onde partiriam para Eindhoven, vislumbrar pelas janelas do carro, os célebres candeeiros em estilo Art Deco do Café Américain...





